terça-feira, 12 de abril de 2011

Bandaid

Num ato distraído percebi um bandaid no braço, e numa atitude impulsiva puxei.

Aí que dor! Dói puxar algo da pele, gera desconforto.

Imediatamente comecei a pensar na dor, ou melhor nas dores que experimentamos em nossa existência.

Dor fisíca, me lembrei de algo que a maioria das mulheres já experimentaram: a depilação com cera! Como dói depilar-se...

No entanto, uma coisa é certa, a dor fisíca passa, o desconforto pode ser grande mas com o tempo, e alguns medicamentos, diminui e se vai.

Agora e a dor que não acaba?

Esta chamarei de dores da alma.

Uma vez uma pessoa me questionou, sobre quando iria deixar de doer a morte da mãe. Eu com muita humildade e respeito respondi que nunca.

Sinto que a maioria das dores da alma não melhoram, a gente simplesmente aprende a conviver com elas.

A morte, a separação, a traição e tantas outras...Ah! Como tudo isso dói!

Não existem remédios para curar as dores da alma, simplesmente habitam dentro de nós, e tornam-se companhia por toda a nossa existência...

4 comentários:

  1. algumas dores não se vão mesmo, mas aprendi que crescemos com elas
    ah e "crescer dói", já ouvi isso, parece que nada vem de graça mesmo
    melhor mesmo é olhar a vida com otimismo, com dor ou não, tem muita diversão também :)

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  2. Oi, me identifiquei muito com o que vc escreveu...e me vi em algumas situações que descreveu...Sinto orgulho imenso de ser sua irmã...Bjus Ana

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  3. Está sendo alegria vcs lerem meu blog, e por favor quanto mais comentários melhor...

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  4. Voce tem um estilo muito delicado de escrever.Continue assim, vc é leve e tocante ao mesmo tempo.Um beijo!

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